O seu sonho de um "pós-humano que abrace as possibilidades das tecnologias da informação sem ser seduzido por fantasias de poder ilimitado e imortalidade descorporificada; que reconheça e celebre a finitude como uma condição do ser humano, e que entenda a vida humana como embebida em um mundo material de grande complexidade, mundo do qual dependemos para continuar sobrevivendo" é impossível, sir, porque sem esse desejo de eternização do homem a ciência não existiria - embora este também seja o meu sonho...
Abraço!
Abraço!